FIM DO REINADO (A Cara da Decepção)

Tem pessoas que quando assume um cargo de chefia, se acha “o máximo”! Ou seja, passa a ter um comportamento meio que esquizofrênico, e pensa que, em razão do cargo que ocupa, tem poderes sobre todas as demais pessoas que as rodeiam. Esse comportamento egocêntrico ou insensível que lhe é peculiar, infelizmente, demanda sofrimentos e dor para os seus subordinados, pelas perseguições sofridas, pois, são suas “vítimas” prediletas, em razão de serem “as vitrines” focadas no dia a dia!

Contudo, sabemos, que, como todo poder é passageiro, e que, em breve haverá sempre às mudanças, ficamos só na expectativa da espera, até esse dia chegar! E, quando esse dia chega... Ai “o bicho pega”! A gente só ver “chefinhos” cabisbaixo se lamentando. Porém, é tarde de mais! O seu poder se foi... Adeus! BEBÊ!

Os versos abaixo resumem um pouco, o texto!       

Estás de subida agora
Como se fosse um balão 
Subindo tão elevado
Sem botar os pés no chão
Mas findará teu reinado
Como o fogo da paixão!

Se pensas que és eterno
Só terás desilusão
Pois, o poder sempre reveza
Mudando de posição
Podendo a glória de hoje
Amanhã não ser mais não!

Quando chegar novo dia
Tudo será diferente    
Você, que agora sorrir
Poderá não está contente
Pois, a perda do poder 
Esvaziará sua mente!

A tua imagem se vai 
Na fogueira e no balão
Virando fumaça ardida
Empoeirando a visão
Retratando no semblante: 
A cara da decepção! 

Tudo na vida passa
Não há o que discutir
Passa de forma tão rápida
Que o tempo faz sumir
As lembranças do poder
Para tu se redimir! 

Se a textura das regras
For ditada pela ação
De um lado fica a certeza
Do outro fica a lição: 
Todo poder é efêmero
Não se iluda nunca não!

Patos, 15/06/2018.
Anchieta Guerra

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