Anchieta Guerra - 10 de Novembro de 2017 - (2157 j leram)

A Botija do Vi Nicolau e Os Trs Filhos de Chico Chapro

A cidade de São Mamede mais uma vez mostrou o brilhantismos e a garra do povo de sua terra, no 1º Festival Cultural de Picotes, realizados nos dias 03 e 04 de Novembro de 2017, na chamada: “Vila do Cinema Brasileiro”, no Sítio Picotes, que, através da Secretaria Municipal de Cultura, com apoio do Governo do Estado, planejaram e elaboraram para a programação do Festival, vários espetáculos ligados às artes e aos folclores populares, sendo prestigiados por uma grande multidão de pessoas locais e turistas de várias partes do Brasil, que puderam vivenciar de perto, um belo espetáculo em tudo que foi apresentado no evento.

Dentre os filmes exibidos no festival, foquei mais a minha atenção em: “A Botija do Véi Nicolau”, do produtor e diretor: Pastor Roberio Leite Lopes, que por sinal, está de parabéns, pelo excelente trabalho que produziu nessa obra de curta-metragem. O fato de ter no seu elenco a participação de vários artistas da terra que puderam mostrar seus talentos nos personagens que interpretaram, engrandeceu mais ainda o seu trabalho. Particularmente, quero falar do valor Regionalista do filme, que trás no seu enredo temas inerentes ao comportamento do homem, quanto aos seus desejos; suas ambições e suas fantasias. Personificadas de uma maneira “retratista” e simbólica, pelos nossos artistas originários da terra, nas pessoas dos três filhos de Chico Chaprão, que são: Damião, que interpretou: “Damião”, Negão, que interpretou: “Paulinho” e Naldinho, que interpretou: “Biá”, além de outros filhos que também, contribuíram para o sucesso desse belo espetáculo, como é o caso de “Tereza Gorda”, que “fez à sua parte”. Os parabenizo e os aplaudo.

Palmas, para todos vocês!

Todos os artistas da terra, principais ou coadjuvantes, foram autênticos com seus personagens e com o caráter regionalista que caracteriza nossa terra Nordestina e Sertaneja, usando de suas simplicidades, dedicação e amor, para desempenhar, cada um, o papel que estavam representando, dando autenticidade e “vida” a eles e, empolgando e premiando com brilhantismo, de forma majestosa e autentica, todo público presente ao Festival.

Parabéns, aos nossos artistas e filhos da terra, que souberam encantar e valorizar o seu “chão torrão”.

Parabéns, a todos!

Patos, 10/11/2017.
Anchieta Guerra.

 

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